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Pedro Misse é uma das apostas pro cenário mainstream do rock nacional em 2017. Ele já vai começar com tudo, pois fará um show em Janeiro que irá abrir para o Esteban, ex-integrante da banda Fresno.

O Pedro começou a carreira desde jovem, com apenas 14 anos tocando em bares da Vila Madalena, bairro badalado da capital paulista. Pra ele a maior influência do meio artístico começou com inspiração do seu pai. “Meu pai é guitarrista, então com 4 anos ele já me deu uma bateria de verdade. Alí foi amor a primeira vista. Eu sabia que era o que queria fazer pro resto da minha vida. E dalí foi evoluindo até hoje. Mas desde pivetinho eu já acordava ouvindo música e até uma coisa que eu nem sei explicar como entrou na minha vida porque quando eu me entendo por gente, a música já estava lá.”

Além do pai do Pedro ser uma inspiração pessoal, ele nos contou que artistas nacionais como CPM 22Charlie Brown Jr e Barão Vermelho também o inspiram. Ele nos disse que chegou até ir no último show do CBJ em São Paulo. Barão Vermelho é uma banda que o pai dele o influenciou a gostar. É aquele ditado né? Tal pai, tal filho! Agora sobre artistas internacionais que ele curte bastante o som, ele nos revelou que é grande fã de Foo Fighters, que é a sua banda favorita de todas e até tem uma tatuagem em homenagem à banda. Pedro é fã também de Green Day e gosta de como o vocalista, Billy Joe, escreve sua músicas: “…com um estilo bem punk, mas que tem acesso a um público bem grande”. Por fim ele disse que é fã também de Beatles e que pra ele, essa banda foi o começo de tudo.

Como plano pro ano que vem está em terminar o seu EP. Ele nos contou que está metade pronto. “São sete músicas e três já estão prontas. Duas já estão no ar, a Perto do Fim e Essa Noite. Ainda falta gravar as outras quatro músicas. Eu já compus e já estão pré-prontas e só falta ir pro estúdio e mandar ver”. Ele contou que mesmo não tendo terminado ainda esse EP, assim que ele terminou essas gravações ele abriu um sorriso porque ele ficou super contente com o resultado. “Naturalmente, com o tempo, a gente vai evoluindo e vai aprendendo mais essa questão de ir pro estúdio gravar e quando você vê, você conseguiu colocar numa música a sua personalidade, contar uma história do jeito que você queria. Na verdade agora dá uma grande ansiedade de você conseguir fazer com que essas músicas cheguem na galera e que a galera entenda a sua ideia. Se isso rolar vai ser sensacional”.

Pedro está com a música “Perto do Fim” como single de trabalho. Ele lançou uma versão acústica que está tocando nas rádios e ele também já adiantou pra gente que essa mesma versão vai ganhar sim um videoclipe e que inclusive agora em Janeiro já começa a gravar e ele pretende lançar até o começo de Fevereiro. Confira aqui essa versão pra já aprender os versos e cantar junto quando sair o clipe!

Já que a sua música “Perto do Fim” fala sobre um casal que precisava de um tempo pra se renovar e quem sabe tentar reconstruir a sua história, não podíamos deixar de perguntar pro Pedro como ele poderia descrever a mulher ideal pra ele. Demos duas opções: Uma companheira que tope sair pra vários lugares diferentes e que viaje ao seu lado ou uma companheira que prefira ficar debaixo das cobertas assistindo filme e comendo besteira. Sabe o que ele respondeu? “Eu gosto das duas opções. O que eu mais gosto numa mulher é que ela tenha personalidade e que ela seja diferente. Eu acho essas coisas de meninas diferente incrível, quando a menina não é comum. Hoje em dia parece que é tudo padronizado, muita menina seguindo um padrão pré estabelecido. Por isso eu gosto tanto de menina roqueira, eu acho que elas são diferentes. Tem que ter sua personalidade, seu estilo, sua atitude. É isso que mais me chama atenção. Seja viajando ou ficando em casa, com esse tipo de menina você não vai ter problema de se divertir”.

O cantor também contou um pouco pra gente sobre uma tatuagem super importante pra ele“A música não é nada estável. Então, de repente, um dia você acha que vai dar tudo certo e no outro dia você vai achar que vai dar tudo errado. E esse tipo de oscilação que às vezes te faz ficar um pouco descrente do quê vai rolar, sua esperança fica um pouco abalada. E era isso que estava acontecendo muitos dias comigo. Ficava muito feliz e depois ficava meio chateado. Dai eu decidi que precisava botar na pele esse negócio pra não dar opção pra eu mesmo desistir  e desanimar, buscar cada vez mais com força. Por que querendo ou não todo mundo vai olhar para o meu braço e vai perguntar o quê isso significa e eu vou lembrar que isso significa que eu não posso nunca desistir desse sonho, do negócio que eu mais amo na vida, que é fazer música. Então esse é o maior significado de tudo isso”. A tatuagem tem uma estrela vermelha que segundo ele é uma homenagem a alguém muito especial na vida dele e um moleque tocando violão com um boné pra trás que faz lembrar pro Pedro como tudo começou pra ele. A frase “never give up” significa “nunca desistir”.

FONTE: INSTAGRAM @PEDROMISSE

Como já está chegando o fim do ano, nós perguntamos pro Pedro se ele já recebeu algum presente inusitado de amigo secreto ou até mesmo de inimigo secreto. E ele nos contou essa história: “Teve uma vez na escola que fizemos na escola um Amigo CD. Tinha eu, Pedro Misse, e um outro, Pedro Henrique, e ele gostava muito de pagode e ele pediu um cd de uma banda que estava mega estourada e eu pedi um cd do Green Day e um do Charlie Brown. No fim confundiram e compraram duas vezes o cd do Pedro Henrique, daí eu ganhei um cd de pagode”. Não é que foi quase um inimigo secreto isso?

No dia 29 de Janeiro, o Pedro Misse vai abrir pro show do Esteban. “Eu estou bem ansioso pra ver como vai ser, porque vai ser em Guarulhos, um lugar que eu não toquei ainda, então um público que a gente vai poder estar de frente e eu acho que vai ser bem bacana. Eu tô preparando um repertório legal que o público goste com músicas nossas também pro pessoal conhecer. O Esteban tem um trabalho super legal e estou ansioso pra poder tocar na mesma noite que ele e quem sabe continuar tocando mais vezes junto com essa galera”.

Perguntamos pro Pedro quais são os planos pro ano de 2017 e ele disse que “Você tem que sonhar o mais alto possível. Eu tento não colocar muito limite, sonho o mais alto possível. Quero que o rock chegue a todo mundo, quero que todo mundo escute a música, que todo mundo curta e que isso possa ficar o maior possível. E já que eu estou falando em sonhar tão alto, um sonho mega alto seria tocar no Morumbi. Seria algo assim inacreditável. Mas eu gosto muito também do Espaço das Américas. Então fazer um show assim lá, lotado, deve ser algo assim lindíssimo. Então tocar nesses lugares, na minha cidade, é um baita sonho e eu espero que um dia eu chegue lá”. Nós também estamos torcendo pra que esse sonho vire realidade, não é mesmo?

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